domingo, 20 de abril de 2008

ANA CAROL DINIZ

PARALELOS

Sempre ouviu histórias sobre os orientais.
Seu machismo, seu tamanho e tantas outras, ditas com tamanha força, que jamais duvidou. Também nunca cruzou o caminho de um oriental, fosse ele chinês, japonês, nem mesmo um coreano.
Até que, à beira dos 30, se encantou por seu cabelereiro.
Quem diria, um belo japonês, simpático e moderno.
Rendeu-se aos seus olhos puxados e descobriu enfim, que aquelas histórias longínquas não passavam de lendas. Ele, por sua vez, revelou-se um exímio samurai.

2 comentários:

Tânia Diniz disse...

"fidipexe"!!! ou "filha da mãe" !!! rsrsrs
é tudo o que tenho ouvido! rs
parabéns, filhinha! com amor
mamãe Tânia

Tânia Diniz disse...

Os contos de Carol são como de Tânia. contos curtos que ficam ecoando logamente em nossas cabeças.
Eita família com a palavra na ponta dos dedos!

Abração de Belém,

Edmir
www.ver-o-poema