sábado, 23 de agosto de 2008

Memórias

Guardava suas experiências em quadros: viagens, amigos, negócios, amores.
Por várias vezes, perdeu-se entre as lembranças e viveu em épocas passadas.
Sua família, cansada de chamá-la, sempre sem resposta, aproveitou um descuido e emoldurou-a.
Desde então é o mais belo dos quadros do museu.


Mamãe,
se me permite, publiquei um continho meu. :)

Ana Cá

5 comentários:

Tânia Diniz disse...

maravilhindo, querida!
Fique 'a vontade.
Bjo da mamãe orgulhosa,
tania

Anonymous disse...

Maravilhoso! O que esperar de tal linhagem? Força, sensualidade e poesia!

Realmente, parabéns!
Lucas Guimaraens.

Anonymous disse...

Diria que o mini-conto é mais belo do que As Banhistas, de Renoir. Ao ler essas palavras, tive a certeza de que o talento é genético.

Thiago Machado: www.iskratm.zip.net

Tânia Diniz disse...

oi Thiago! Ficamos felizes pelo seu precioso comentário, obrigada!
bjocas, tânia

Tânia Diniz disse...

querido Lucas!
na correria, anteontem, deixei sem agradecer seu comentário tão `certeiro`,rs, que nos encheu de orgulho!
Beijo,
Tânia