sábado, 31 de dezembro de 2011

Queridos!!!!!

Não poderia virar o ano sem deixar aqui, mais uma vez, nossos votos de felicíssimo ano, que as alegrias se renovem.Muita saúde e paz a todos nós!
E que a Poesia esteja sempre conosco!
Volto no ano que vem.

Muitos beijos pra vocês! Felicidades sempre!
Tânia

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

AMADOS AMIGOS,

QUE O NATAL TENHA SIDO PLENO DE ALEGRIA JUNTO AOS SEUS !
E QUE O PRÓXIMO ANO SEJA O MELHOR!
                                               *
Entre os vários presentes que recebi nesta data, o mais recente, e que me encheu de orgulho e emoção, junto com o recadinho:


(Querida amiga Tânia,

Segue abaixo, o seu presente de Natal! (... ) mas o certo  é que eu jamais conseguiria escrever uma 'poesia' p alguém sem que eu tivesse um grande apreço e admiração por tal pessoa!

Então, 
cá está o seu Presente de NataL!  BOA SORTE E SEJA FELIZ!   bJS 1000, DeisE)



   Tânia, Uma Flor-de-lis! 
                          
                         Deise Torres


Mulher EMer-Gente
Mulher que EMerge
Mulher envolvente
Mulher que se atreve

Muito tímida parece ser
Mas é mulher muito valente
Disfarçando seu saber
Mostra sorriso adolescente

Mulher que EMerge das cinzas
Quantas vezes precisar
Até em árduas batalhas
Sempre soube triunfar

Com seu porte em altivez
Mais perece uma rainha
E a cultura em lucidez
A gente logo advinha

Tânia sempre se mistura
Com a mulher EMergente
Ao se envolver com cultura
Se dedica penitente

Com seu jeito majestoso
Tende sempre a agradar
Se a MulhEr prova desgosto
Ela vai acarinhar

Tânia insiste paciente
Fazendo qualquer MulhEr
Até a que perdeu a fé
Ser também uma EMer-Gente!

Ela tem um quê de elegância
Que a todos encanta com graça
Traz consigo muita esperança
Planta amizade por onde passa

Ah, querida Tânia Diniz!
Aqui no Acre com esplendor
Deixaste o perfume e o frescor
E a beleza da Flor-de-lis!


Gente, preciso dizer mais? Só agradecer o carinho desta querida poeta, maranhense que reside no Acre, e que é puro coração.
Um beijo querida, e muitíssimo obrigada!Amei!

Amigos, até mais!
bjocas,
tânia

sábado, 17 de dezembro de 2011

Minha palestra na UFAC - Universidade Federal do Acre

Queridos,
hoje mostro algumas fotos do evento tão gratificante pra mim.
ali estou eu, bem no meio,  na entrada do campus, quando chegava para o evento durante o dia.


aqui, um pouco depois da entrada



Agora, já noite, quando eu, Tânia, começava minha fala. 
À mesa, coordenando, a professora Luciana Marino Nascimento.


mais uns momentos...
e

Fora da sala, no saguão de entrada, parte da exposição Mulheres Emergentes


e parte da mesa do ótimo coquetel servido após a palestra

A professora Margarete Lopes, depois de minha fala, quando leu poema da poeta Deise Torres (ali ao fundo, vejam o sorriso dela), em homenagem a ela - e depois alguns meus, numa excelente interpretação!

Depois de minha apresentação, além da leitura da professora Maga, se apresentou sua sobrinha, Camile, que canta e toca desde os sete anos -agora com 15 -e foi uma beleza!


depois, a aluna Suelen, com voz de anjo, nos apresentou uma linda canção

Durante o delicioso coquetel, um momento de confraternização entre as professoras 
  Maga Lopes, Luciana Marino e eu, Tânia Diniz

a aluna Dorotéa e eu,Tânia, que nos tornamos grandes amigas

e o aluno Darlan, que muito me ajudou por lá, e eu, Tânia

e a garota violonista Camile, a poeta Deise Torres, eu, Tânia Diniz,e as professoras Maga e Lindinalva

e lembrando aqui minha entrada no hotel Imperador Galvez, voltando para o jantar, antes da palestra da noite.


os clicks foram dos gentis, alunas Rebeca e Disraely, e o motorista sr. Lira, rs. Obrigada!
Bom fim de semana a todos, depois voltarei com fotos da cidade, que estava lindamente decorada para o Natal.
Bjocas, tânia

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Queridos, voltei!

Cheguei de Rio Branco, no Acre, depois da grande chuva - até granizo em alguns lugares - de ontem à noite!

Foi uma viagem maravilhosa! Tranquila! Enriquecedora!

Fiz uma palestra - pra mim foi muito agradável, espero que também para o público, rs - na UFAC, Universidade Federal do Acre, contei um pouco da história minha e do ME.

Conheci pessoas maravilhosas, fiz novos amigos, conheci lugares, etc etc etc, não tenho palavras pra descrever exatamente o tanto que gostei e como fui bem recebida.
E mesmo para agradecer, tenho apenas o mero Obrigada! precisamos inventar uma palavra melhor, mais rica de sentimentos e significados.

Fiz muitas fotos e logo que conseguir baixa-las, mostrarei.
Por agora, deixo
uma bjoca.
tânia

domingo, 4 de dezembro de 2011

Gente querida,

COM MUITO ORGULHO, participo e convido-os para minha palestra a ser ministrada no próximo dia 09/12 em Rio Branco, capital do Acre, na Universidade Federal do Acre - UFAC - conforme folder e carta abaixo:



 Centro de Educação, Letras e Artes UFAC :
Prezados (as) Professores (as) do CELA,

Convidamos Vossa Senhoria para participar da II Jornada de Estudos de Gênero, dia 09 de dezembro de 2011, sob a Coordenação do NEGA - Núcleo de Estudos de Gênero na Amazônia.
Seguem o convite, com folder com programação e ficha de inscrição.

Os resumos de trabalho podem ser enviados até 07 de dezembro de 2011. Podem participar os bolsistas de pesquisa, com apresentação de comunicações cujos temas não precisam estar atrelados aos Estudos de Gênero.

Conto com a presença de Vossa Senhoria.

Atenciosamente,

Profª Drª Margarete Prado Lopes
Coordenadora do NEGA - Núcleo de Estudos de Gênero na Amazônia.

* * * * *
 e fechando o dia com poemas ao ME, do amigo Caio Junqueira:

Dois poemas para Mulheres Emergentes

pega rapaz

o sensual em cartaz

Ó Poesia, tanto fez,

Ó Tânia, tanto faz!

2

Mulher ME abate é com flor:

ME caça boca-de-leoa

ME viola em violetras

ME principia em begônias

ME precipita em tulipas

ME come em camadas de cravos

ME liquida com orquídea

ME dorme em dálias & idílios

ME ama em sereno amaranto
Caio Junqueira Maciel – BH/ MG, escritor, professor.

Até a próxima!
bjocas,
tânia

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Inicio dezembro já lhes desejando...

a todos, meus queridos amigos e leitores, um Santo e Feliz Natal!


bjocas,
tânia

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fechando novembro...

com muito carinho, deixo beijocas pra todos já em clima de Natal.

Ontem tive um dia feliz, de bons encontros de amigos antigos, no Palácio das Artes ( e fora dele), inclusive minha querida ex-professora de Literatura Brasileira - da Letras UFMG -  Melânia Aguiar. Pena que não pude acabar de assistir à palestra do Affonso Romano de Sant´Anna, me ligaram de casa e tive que sair na hora! Mas foi ótimo ouvi-lo!
Hoje passei o dia levando resultados de exames aos devidos médicos. Uma delícia!
Bem, volto em dezembro, rs.
fui...
tânia

domingo, 27 de novembro de 2011

Gente!!! uma novidade poética!!!!



Nasce a SBPA
(Sociedade Brasileira dos
Poetas Aldravianistas)
 
Sociedade idealizada por Andreia Donadon LealLogo criada por Gabriel Bicalho 
A Aldrava Letras e Artes cria a Sociedade Brasileira dos Poetas Aldravianistas, entidade que promoverá a difusão dessa nova forma de poesia, lançada em em dezembro de 2010, no Jornal Aldrava Cultural edição nº 88.
A primeira Diretoria da (SBPA) é a seguinte:
Presidente: J. B. Donadon-Leal
Vice-Presidente: Gabriel Bicalho
Secretária: Andreia Donadon Leal
Tesoureiro: J S Ferreira
Promotora Cultural: Hebe Rôla
O que é aldravia?
Trata-se de um poema sintético, capaz de inverter ideias correntes de que a poesia está num beco sem saída. Essa forma nova demonstra uma via de saída para a poesia – aldravia. O Poema é constituído numa linométrica de até 06 (seis) palavras-verso. Esse limite de 06 palavras se dá de forma aleatória, porém preocupada com a produção de um poema que condense significação com um mínimo de palavras, conforme o espírito poundiano de poesia, sem que isso signifique extremo esforço para sua elaboração. Abaixo, aldravias de seus criadores:
aldravias
buscam
continentes
em
longínquas
porções
Andreia Donadon Leal
aldravia
meu
verso
universo
em
poesia
Gabriel Bicalho
morangos
passeiam
sob
blusa
de
algodão
J. B. Donadon-Leal
trovões
riscam
céu:
chuva
de
palavrões
JS Ferreira
*** ***
Aldravia – nova forma, nova poesia
J. B. Donadon-Leal
   A arte da poesia, desde a antiguidade, já experimentou muitas formas. Sempre ela esteve certificada pela grandeza com que a arte encanta olhos e ouvidos. Ela consagrou nomes e eternizou formas, além de ter revelado muitas faces ocultas das paixões pela vida. Não é à toa que a poesia é tida por muitos como a mais nobre entre todas as artes.
   Das narrativas longas da antiguidade, passando pela condensação dos sonetos do advento da era moderna ou pela síntese do haicai do oriente do Séc. XXVII, a poesia experimentou extremos: muitas palavras para muitos conteúdos ou muitos conteúdos em poucas palavras. De qualquer forma, a poesia presta-se para a incubação de novidades à linguagem e, ao mesmo tempo, para o culto às memoráveis celebrações ao passado.
   Em novembro do ano de 2000, com o lançamento do Jornal Aldrava Cultural, os poetas aldravistas, empreendedores do movimento que nascia em Mariana, Minas Gerais, a partir daí, consignaram um propósito de em 10 anos apresentarem à sociedade um projeto cultural que apontasse caminhos para a celebração das coisas e dos sujeitos produtores das artes.
   O primeiro legado dos aldravistas foi a ideia de organização do mundo artístico, seja para produzi-lo, seja para compreendê-lo, a partir do conceito de metonímia: porções constitutivas das coisas podem representá-las, muito bem, no mundo das significações. Essa percepção abre espaço para o enfrentamento à concepção prepotente das metáforas que trazem consigo arroubos de substituições totalitárias Ao mesmo tempo, a poesia metonímica busca demonstrar que a poeticidade pode estar na simplicidade. A leitura da poesia não pode ser uma tortura em busca de significações. Sentidos têm que saltar da forma poética com a facilidade com que se captam os significados na fala cotidiana. Tortura não combina com poesia. A única dor tolerável na poesia é a do prazer.
Sabendo ser parte de um todo que se diz nessa parte, para que se querer todo sempre que alguma parcela desse todo se faz necessária na construção de algum projeto temático? Cada parte de um todo se joga num conjunto discreto que se deixa escolher em cada investida produtiva de significação. Esse é o espírito da enciclopédia, que se revelou integralmente no complexo mundo wiki, hipertextual e em cadeia com escolhas e escolhas de novas metonímias que se alimentam dessas escolhas.
   O que o espírito wiki realiza é exatamente o que o espírito da poesia já revela há milênios: o mínimo de palavras para a abertura do máximo de possibilidades significativas, plagiando Pound em sua reflexão sobre a arte da poesia.
   Ao lado disso, a partir de reflexões sobre os destinos da poesia, os aldravistas liderados por Gabriel Bicalho buscaram observar a poesia que enceta para a síntese nos poemas curtos, nas trovas, nos haicais. Essa característica de observador da síntese vai ao encontro da hipótese poundiana de poesia. Mas, seriam, de fato, essas formas poéticas as mais sintéticas? Representariam elas, de fato, as metonímias perseguidas pelos aldravistas?
   A ideia de flash, de fotografia ou de uma porção de algo parece contemplada nessas formas poéticas. Elas demonstram também outro aspecto do aldravismo – a livre escolha de formas de poesia.
   Aí outro aspecto do espírito do poeta evidencia-se: a inquietação. Essa inquietação faz do poeta um ser que está sempre em busca de algo a mais, do ponto extra, da falta, do que ainda não foi visto. Mais uma vez os aldravistas se valem do legado de Pound em seus ensaios literários de 1934, para concretizarem o paideuma: “a organização do pensamento de modo que o próximo homem ou geração possa achar, o mais rapidamente possível, a parte viva dele e gastar o mínimo de tempo com questões obsoletas”.
   Que novidade os aldravistas poderiam deixar para as gerações futuras? Além da vasta produção já obtida nesses dez anos de estrada, além da promoção de talentos e de investimento na criatividade infantil, os poetas aldravistas poderiam apresentar uma nova forma poética. Não fazia parte do empreendimento inicial, pois é possível brincar com a liberdade utilizando-se das formas poéticas consagradas. O grande investimento aldravista é no conteúdo metonímico – pouco importa a forma. A forma é apenas textual, é apenas envelope dentro do qual os discursos se depositam em sua fecundidade ilimitada, disponíveis aos olhares de espectadores que alcançam alguma porção discursiva a partir da qual expande sua compreensão e interpretação.
   Mas, que tal uma nova forma. Eis que do permanente congresso do movimento aldravista de artes, do qual participam ativamente Andreia Donadon Leal, Gabriel Bicalho, eu e J. S. Ferreira, surgiu uma nova forma de poesia: a aldravia, nome sugerido por Andreia Donadon Leal a uma forma elaborada por Gabriel Bicalho, com base na concepção de encontro com os sentidos na possibilidade real de se ter o máximo de poesia no mínimo de palavras.
   Trata-se de um poema sintético, capaz de inverter ideias correntes de que a poesia está num beco sem saída. Essa forma nova demonstra uma via de saída para a poesia – aldravia. O Poema é constituído numa linométrica de até 06 (seis) palavras-verso. Assim, tem-se uma nova forma, mas não uma “fôrma”, como a trova, o haicai, o soneto.
   Esse limite de 06 palavras se dá de forma aleatória, porém preocupada com a produção de um poema que condense significação com um mínimo de palavras, conforme o espírito poundiano de poesia, sem que isso signifique extremo esforço para sua elaboração.
Esta edição do Jornal Aldrava Cultural apresenta ao público a aldravia:
salto
de
cova
nascimento
do
artista
Andreia Donadon Leal
não
fazer
poesia
de
alma
vazia
Gabriel Bicalho
minhas
porções
diárias
metonímias
de
mim
J. B. Donadon-Leal
sigo
cigano
em
busca
da
poesia
J S Ferreira
   O movimento aldravista de arte chega maduro aos seus dez anos de existência, pronto para apresentar nova forma poética ao conteúdo metonímico já experimentado nas formas canônicas de versejar. Poesia tem que ter poeticidade na simplicidade, conteúdo na síntese e porta aberta às interpretações.
  Poesia é germinação, por isso não precisa pretender-se à completude em longas narrativas, pois
curta
poesia
do
verbo
pólen
via
 
 
 
seis
solidões
solidárias
ave
aldravia
apaixonada!
Andreia Aparecida Silva Donadon Leal - Deia Leal
Diretora de Projetos do Jornal Aldrava Cultural
Governadora do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais-Minas Gerais
Presidente Fundadora da ALB-Mariana
Mestranda em Literatura - Cultura e Sociedade pela Universidade Federal de Viçosa 
Exposição Virtual de Obras de Arte:

sábado, 26 de novembro de 2011

Mais algumas fotos...

Encontro ds poetas Tânia Diniz e o super simpático Arturo Álvarez Sosa, argentino de Tucumán,cuja esposa Nora ,atriz, fez emocionada leitura de um poema de Borges, no mesmo dia em que também se apresentou o ótimo poeta Tácito Naves Sanglard (RJ) ,cuja foto se perdeu, infelizmente.


A poeta e cantora Júnia Serra-Negra (BH), Tânia e a poeta gaúcha Myrna Giron, dia desses no Palácio das Artes


Vista parcial da Exposição Mulheres Emergentes no dia 06 de outubro- que se estendia pelo auditório -  no Hospital Alberto Cavalcanti (BH), pela campanha Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama




a poeta Tânia Diniz e Roberta Zamppetti, a linda apresentadora do programa Brasil das Geraes, na 
TV Minas, na noite do mesmo dia do Desfile Rosa



no estúdio, momentos antes do início do programa


Queridos, não sei por que mistério tenho perdido fotos. Tento recuperá-las e se conseguir, mostrarei.
Bom fim de semana a todos!
bjocas, tânia



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Uma galeria de lembranças, para encerrar este outubro rosa...

O cenário do meu Recital no projeto Terças Poéticas, Palácio das Artes, dia 18 pp.

estava lindo! pena que não se vê muito bem na foto. Tinha a sombrinha, leque, papiro poético, bonecas e lanterna japonesas, livros, além do chão de esteira!!! uma produção da Paty Caldeira.

abaixo, vista parcial da platéia aguardando o início da apresentação


eu, Tânia, e minha poesia...

eu, Bashô e os haicais...

Wilmar Silva e eu, Tânia, no encerramento, quando ele leu meu poema Constelações
Os cumprimentos de muitos amigos fizeram minha noite mais feliz! entre eles, Olegário Alfredo, Regina Mello...
e
acima, da esquerda para a direita:
primo Carlos Fabiano, a artista plástica Iara Abreu, eu - Tânia- a prima Susana Braga e seu colega Sebastião.
nós, de novo, sem a Iara...
* * *
Do ano passado, do meu antigo celular que morreu de repente, finalmente resgatadas pelo mago da tecnologia, o garoto Arthur da Silveira:

a simpatia do poeta e editor Raimundo Gadelha (Iluminuras,SP) e eu, Tânia.

a amiga e poeta Myrian Naves (BH) e eu, Tânia

o poeta e editor, Mário Alex Rosa (BH) e eu, Tânia


Aqui, registro da Oficina de haicai no Colégio Piedade (BH) ministrada por mim, Tânia, aos alunos da professora e poeta Patrícia Namitala, em fins de 2010


vejam os ME nas paredes...
recolhendo as criações dos alunos...
***
eu (a careta de praxe,rs) Tânia e o meu poema Promessa de amor, no painel do Terças Poéticas especial das Crianças, dia 12 deste outubro,onde o amigo Leo, animava a recepção 

Depois mostro mais.
Bjocas, queridos, chau,
tânia

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Queridos amigos,






Passo rapidinho por aqui a para agradecer as presenças de ontem no meu Recital, no Palácio das Artes.
Fiquei muito feliz! Obrigada! E também aos que se desculparam pela ausência! Teremos novas chances, rs.

Bom, como estarei em viagem, deixo aqui o convite para o Sarau de amanhã, desejando muito sucesso aos organizadores, meus queridos amigos.
Compareçam e participem, também por mim!
Até a volta.
bjo,
tânia




segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Queridos,

apesar das chuvas, e do novo horário de verão, espero vocês amanhã no Palácio das Artes para o meu Terças Poéticas, às 18:30, ok?

Logo na quarta farei uma Oficina de Haicai em uma escola do Barreiro, pelo projeto Pão e Poesia e na quinta cedinho vou para o Mato Grosso do Sul, em mais um breve trabalho e ainda volto para novas Oficinas na outra semana, etc etc etc
e vou tentando botar a vida em ordem, ô correria! além de um montão de exames médicos já marcados, ufa!!!
ATÉ LÁ, PESSOAL!!"!
E terei um novo  ME!

ah!!!!
E outra notícia legal,
do amigo Diovani Mendonça para mim,
sobre a gravação da notícia, e flashes, de nossas Oficinas:

Tânia,
Neste link http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=685:3o-semana-do-meio-ambiente&catid=71:destaque - mais informações sobre a 8ª Semana de Poesia da TV Escola, onde o projeto "Pão e Poesia na Escola" será uma das atrações no dia 20/10/11 às 9h, 15h e 21h.
Abraço,
Diovani.

http://tvescola.mec.gov.br/
 
ASSISTAM!
BJO,
TÂNIA

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A GRANDE EMOÇÃO DO MEU DIA DE ONTEM...


MINHA PARTICIPAÇÃO POÉTICA E MEU SINCERO DEPOIMENTO SOBRE A DOENÇA, NO DESFILE ROSA, ORGANIZADO PELA FHEMIG E ACONTECIDO NO HOSPITAL ALBERTO CAVALCANTI, EMOCIONOU-ME PROFUNDAMENTE!

AGRADEÇO O CONVITE E PARABENIZO AOS ORGANIZADORES, NAS FIGURAS DE MÁRCIA GRAZIOTTI E ALEXANDRA MARQUES, DA FHEMIG E QUE ME ASSESSORARAM COM TODO O CARINHO.
FOI UM EVENTO MARAVILHOSO!
AS GAROTAS QUE DESFILARAM SÃO MARAVILHOSAS E CORAJOSAS MULHERES !
E AS EMOÇÕES SEGUIRAM ATÉ À NOITE, QUANDO PARTICIPAMOS DO PROGRAMA BRASIL DAS GERAES, COM ROBERTA ZAMPETTI, NA REDE MINAS.


LOGO QUE RECEBER AS FOTOS, MOSTRO PRA VOCÊS.

EIS A MATÉRIA SAÍDA EM MUITOS SITES :


Emoção dá o tom do "Desfile Rosa" no Hospital Alberto Cavalcanti

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Fotos: Marcos Evangelista<BR />A alegria marcou o desfile, onde as  
Fotos: Marcos Evangelista
A alegria marcou o desfile, onde as "modelos" deram exemplo de superação que emocionou a plateia
Em articulação com as ações promovidas pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), por meio do Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), promoveu, na manhã desta quinta-feira, 6, o "Desfile Rosa" em comemoração ao "Outubro Rosa" para o combate ao câncer de mama. Na passarela, oito mulheres, oito histórias diferentes e um fio condutor em comum: a mastectomia.


A emoção pontuou cada gesto, cada sorriso e cada passo das oito "modelos" ao longo da passarela. Diante de uma plateia sensibilizada, as pacientes e ex-pacientes do HAC (com idades entre 35 e 84 anos) mostraram a todos os presentes que a vontade de viver é o melhor remédio para combater o câncer. Se antes a dor transfigurou seus corpos, hoje é a alegria da superação que as motiva para seguirem em frente, agindo como exemplo para aquelas que vivem a experiência do diagnóstico positivo.


Por mais traumática que possa ser a retirada da mama, é importante que as mulheres percebam que o que elas perderam não é insubstituível, uma vez que é possível a reconstrução, assim como o uso de próteses. Apesar das dificuldades iniciais, as oito "modelos" que participaram do evento fizeram questão de mostrar que valorizam o fato de permanecerem vivas.

O presidente da Fhemig, Antônio Carlos de Barros Martins, ressaltou que o Hospital Alberto Cavalcanti representa um papel fundamental no combate ao câncer. "A cada dia que passa, a Fhemig nos surpreende com os avanços alcançados ao longo de sua história". Ele destacou a vitalidade e capacidade de superação das oito mulheres que desfilaram.

Flávia Queiroz (diretora de Gestão de Pessoas/ Fhemig), Antônio Carlos de Barros Martins (presidente da Fhemig), Marta Sousa Lima (chefe de gabinete SES-MG), Dalze Lohner Maia (diretora do HAC) e Letícia Campos (subsecretária de Regulação da Saúde/ SES)
Flávia Queiroz (diretora de Gestão de Pessoas/ Fhemig), Antônio Carlos de Barros Martins (presidente da Fhemig), Marta Sousa Lima (chefe de gabinete SES-MG), Dalze Lohner Maia (diretora do HAC) e Letícia Campos (subsecretária de Regulação da Saúde/ SES)

Por sua vez, a diretora do HAC, Dalze Lohner, afirmou que um evento como o "Desfile Rosa", permite a toda a comunidade de profissionais do hospital renovarem o sentido do trabalho realizado cotidianamente. "Para nós, cada paciente que supera a doença representa uma dupla vitória: a do doente que se restabelece e a da assistência que se consolida", pontuou.


Representando o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, a chefe de gabinete, Marta Sousa Lima, salientou que a SES busca assegurar às mulheres de 45 a 69 anos o direito de realizarem a mamografia. "Somos todos parceiros nesta caminhada", lembrou.

Superação

A aposentada Efigênia Coelho, de 84 anos, é um exemplo da força dessas mulheres. Ela nunca havia se submetido a uma mamografia, até março de 2010, quando, durante uma consulta em um posto de saúde, o clínico solicitou o exame. O resultado revelou a presença de um nódulo que, após biópsia, foi diagnosticado como câncer de mama em estágio avançado. Em decorrência do quadro, em menos de um mês, a aposentada foi submetida a uma cirurgia para a retirada do seio esquerdo, realizada no Hospital Alberto Cavalcanti.

"Nunca achamos que uma coisa dessas vai acontecer com a gente. Chorei muito quando soube da doença e, então, pedi a São José e a Nossa Senhora Aparecida que me dessem forças para seguir em frente. Daquele dia em diante, não chorei mais. Hoje levo uma vida normal", ressalta a aposentada.

Para as mulheres que estão enfrentando o problema, Efigênia ensina que o "segredo" é não desanimar e manter a fé. "Não podemos nos entregar, senão a doença toma conta. Mantenho a rotina que tinha antes da doença. No natal do ano passado, oito meses depois da mastectomia, eu pintei a minha casa, sozinha", revela.

O diagnóstico foi o mesmo para a manicure Saíla de Assis, de 35 anos de idade. No entanto, ao contrário de dona Efigênia, Saíla sempre cultivou o hábito de consultar-se, anualmente, com um ginecologista. Na mamografia realizada em agosto do ano passado, foi detectado um nódulo que se revelou maligno após a realização da biópsia. "No início foi difícil, principalmente por causa da quimioterapia. Mas depois da retirada da mama, eu não tive aquela coisa de me olhar no espelho e me achar feia. No meu caso, logo após a mastectomia, foi feita a reconstrução do seio. Tenho levado uma vida normal", ressalta a manicure.

A escritora, poetisa e editora, Tânia Diniz também viveu o drama de ter confirmada a doença. "Eu, simplesmente, olhei para a cara da morte e disse: agora não". Além do apoio incondicional da família e dos amigos, Tânia revela que encontrou forças para enfrentar o câncer graças à arte. "Nos momentos em que me sentia mais fraca, recorria aos meus poemas".

Objetivo

O objetivo do evento é a conscientização das mulheres para a importância da realização da mamografia. O exame tem como contrapartida contribuir para a diminuição do tempo entre o aparecimento de sinais e sintomas do câncer e o diagnóstico, aumentando, assim, a expectativa de cura.

Nesse contexto, o HAC busca, através do "Desfile Rosa", disseminar o conhecimento de que o câncer, se descoberto precocemente, apresenta um alto índice de cura. "A informação é o melhor caminho para o combate à doença. Se descoberto em sua fase inicial, por meio de técnicas de rastreio como a mamografia, as chances de cura do câncer de mama ficam em torno de 95%", pondera o mastologista Wagner Antônio Paz. Ainda de acordo com o mastologista, a mamografia é o único exame considerado eficaz para a detecção precoce e, assim, capaz de reduzir a mortalidade associada a esse tipo de câncer.

Prevenção

O autoexame deve ser realizado sete dias após cada menstruação ou, pelo menos, uma vez por mês, no caso de mulheres que não menstruam. É um procedimento simples que consiste num exame visual e de palpação da mama em frente a um espelho.

No entanto, o tumor somente é percebido no autoexame quando é maior que 0,5 centímetros. De todo modo, grande parte dos nódulos na região mamária não é câncer. Em sua maioria, são tumores benignos como, por exemplo, os cistos. Entretanto, apenas o médico pode identificar e realizar um diagnóstico correto. Daí a importância do exame clínico de rotina (seja ele ginecológico preventivo, periódico, dentre outros).

Letalidade

Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o câncer é a segunda causa de morte por doença, logo atrás das doenças cardiovasculares. No caso do câncer de mama, estima-se uma incidência, em torno de 1,6 milhão de casos novos por ano em todo o mundo, com uma letalidade de 425 mil mulheres.

Nos últimos 20 anos, houve um aumento de 160% na incidência dessa enfermidade. No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são estimados 49.240 mil novos casos até o final de 2011. Em Minas Gerais, esse número é de 4250 casos e, em Belo Horizonte, a previsão é de que, ainda este ano, sejam registradas 950 ocorrências da doença.

Diagnóstico tardio

Apesar dos avanços no combate a esse tipo de câncer, o diagnóstico ainda é feito, de um modo geral, nos estágios intermediário e avançado quando o tratamento é agressivo, mutilante, oneroso e, o que é pior, os índices de cura são baixos, atingindo menos de 50% das pacientes.

Fatores de risco

São cinco os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama. Os dois principais fatores são o sexo e a idade, haja vista que esse tipo de enfermidade é raro no homem (apenas 1%). Ele também é menos provável antes dos 30 anos de idade. A sua incidência cresce a partir dos 35 anos e atinge o máximo entre os 50 e 70 anos.

Outro fator predisponente é a hereditariedade. Mulheres que apresentam uma história familiar para o câncer de mama têm um risco aumentado de duas a quatro vezes se comparado àquelas que não possuem tal histórico. Some-se a isso o fato de que quanto mais próximo for o parentesco e quanto maior o número de casos, principalmente se em mulheres jovens, maior a probabilidade de desenvolver-se a doença.

No que tange ao fator hormonal, mulheres que não tiveram filhos ou que foram mães após os 30 anos, apresentam maior risco. Do mesmo modo, aquelas que menstruaram pela primeira vez aos dez anos de idade ou menos, assim como as mulheres cuja última menstruação se deu acima dos 54 anos.

Os fatores ambientais também merecem atenção. Nesse sentido, verifica-se uma alta incidência da doença nos países industrializados do ocidente.

História do movimento

O "Outubro Rosa" é um movimento internacional com grande popularidade. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama. A prática teve início nos Estados Unidos, em 1997. Vários estados norte-americanos tinham o hábito de realizarem, durante o mês de outubro, ações isoladas voltadas para o câncer de mama e/ ou mamografia.  Em decorrência dessa prática, e por reconhecer sua essencialidade, o Congresso Americano, declarou o mês de outubro como o mês nacional para a prevenção do câncer de mama.
No ano de 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi (Estados Unidos), passaram a comemorar e fomentar ações que tinham como alvo a prevenção do câncer de mama. Tanto no passado, como atualmente, busca-se a prevenção através do diagnóstico precoce.

Com o objetivo de sensibilizar a população, num primeiro momento, as cidades se enfeitavam com os laços cor de rosa, principalmente nos locais públicos. Na sequência, vieram outras ações como corridas, desfiles de moda, partidas de boliche, dentre outros.

Posteriormente, passou-se a iluminar de rosa os monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e outros locais. De qualquer forma, merece destaque o fato de que a prática generalizada contribuiu, significativamente, para a divulgação do "Outubro Rosa".

Assim, a iluminação adquiriu o status de símbolo da campanha, tornando-a compreensível em qualquer lugar do mundo. A primeira iniciativa brasileira de iluminação de prédios de que se tem registro, no âmbito das comemorações do "Outubro Rosa", é o Obelisco do Ibirapuera, em 2 de outubro de 2002. A partir de então, numerosas instituições nacionais ligadas ao câncer adotaram a prática.
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e do  PER LA VITA, da Fláviaadministradora e estudante de Designer de Moda:


Ontem aconteceu em BH o Desfile Rosa. E eu estava lá ajudando na produção das "modelos".


Desfile Rosa - Em luta contra o câncer de Mama


O evento foi realizado com a direção das Designer  e Produtoras de Moda Kira Sato e Rafaela Nader  no Hospital Alberto Cavalcanti. 


O Desfile Rosa é uma ação desenvolvida pela FHEMIG - Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, dentro das comemorações doOutubro Rosa, que busca divulgar a importância do exame de mamografia na prevenção contra o câncer de mama e disseminar o conhecimento de que o câncer de mama, se descoberto precocemente, apresenta um alto índice de cura (em torno de 95%).

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.


Mas apesar de toda divulgação, ainda há muitos diagnósticos que são feitos de um modo geral nos estágios intermediarios e avançados, quando o tratamento já se torna agressivo e mutilante e oneroso e os índices de cura são baixos. 


É lembre-se - A Mamografia é o único exame capaz de detectar precocemente o câncer de mama


Mulheres de 45 a 69 anos de idade tem direito ao exame gratuito oferecido pelo Estado. Mas se caso você não tenha essa idade e deseja fazer o exame, solicite ao seu ginecologista e peça pelo exame na rede privada. Neste caso, vale muito a pena pagar para fazer o exame. A vida e a saúde valem muito!


Fatores de Risco: Incidência cresce a partir dos 35 anos e atinge o máximo entre os 50 e 70 anosHereditariedade (se houver casos na família). Fator hormonal (mulheres que não tiveram filhos  ou que foram mães após os 30 anos apresentam maior risco. E mulheres que menstruaram antes dos 10 anos e  mulheres que a menstruação excedeu os 54 anos). E fatores ambientais (Verifica-se alta incidência da doença nos países industrializados do Ocidente).


De acordo com a OMS, organização mundial da saúde, o câncer de mama é a segunda causa de morte por doença, sendo a primeira as doenças cardiovasculares. 


Vendo tudo isso, é importante que a mulher visite o ginecologista pelo menos 1 vez por ano. (E essa campanha já é tão antiga, mas mesmo assim, as mulheres ainda se descuidam).


Voltando ao Desfile Rosa, as "modelos" que desfilaram foram 8 mulheres e 1 poetisa que se apresentou no decorrer do evento, entre 35 e 84 anos, que receberam resultados positivos referente ao diagnóstico do câncer de mama, mas não desistiram da vida. São exemplos de vida, na qual poder viver a experiência de estar junto delas só nós dá mais força para valorizar a vida e a saúde. 
Foi ótimo estar com elas aquele momento. Todas animadas com o evento. 


As "modelos" desfilaram roupas da marca Elvira Mathilde Najara Indira. Sapatos Arezzo e Acessórios Quartzos. Contaram com o Make da maquiadora Amanda da Boticário e com o apoio dos alunos de moda da faculdade UNA de BH (Lucas, Mayra, Daniela, Mariane e Eu).


Foi tudo muito bacana e o auditório do hospital estava cheio. 


Fotografei as nossas modelos e o backstage, mostrando que apesar de toda simplicidade do local, o glamour no coração de todos que estavam ali é capaz de iluminar a passarela da vida.
   

Efigênia e Eliane


Maria Adelaide e Ilaerte

Virginia e Isabel

Vanda e Saila

Tânia







Kiria e Rafaela


Então fica o exemplo e a divulgação de qual importante é a prevenção do Câncer de Mama. 
Abraços!