quinta-feira, 21 de agosto de 2014

BOM DIA, QUERIDOS!!!!

um poeminha meu para tornar mais leve esse nosso dia do mês de agosto:

Ensaio

ônix...

era escuro
mal se via
a cruz

cristal...

era leveza
alegria
e luz.

com asas de sonho.

tânia diniz

Bom resto de semana, gente!
bjim,
tânia

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

QUERIDOS AMIGOS,

recentemente, temos perdido grandes nomes, pessoas de influência em nossas vidas e que nos deixaram a tristeza e o vazio que só amenizarão com o tempo.

Mudaram de dimensão os escritores Ariano Suassuna, Rubem Alves, João Ubaldo Ribeiro e ontem, em tragédia aérea, o político Eduardo Campos, e a equipe que o acompanhava, mais seis pessoas.. 
Este acidente chocou o país, acima de tudo, por ele ser uma jovem e forte líderança política, e para mim, pelo pai de família que deixou cinco filhos, o  caçula    nascido em janeiro.
A morte nunca foi aceita com facilidade. Talvez, por ter passado por contato com ela há poucos meses, com meu irmãozinho, estou muito fragilizada para tentar aceitá-la.Me coloco junto aos familiares em sua dor. 
o Tempo nos ajudará, confio.


Para amenizar as tristezas, 
orgulhosamente apresento alguns poemas e textos que participaram de nossas comemorações do 
dia 08 deste março/14, 
no evento em parceria internacional com movimento
 Grito de Mulher, organizado e mantido pela amiga, escritora dominicana, Jael  Uribe.
Os trabalhos foram traduzidos por Jael e estão na Antologia Grito de Mulher 2014 :



Tania Diniz :

Contra los tabúes y tradición
Contra el espécimen macho
me encuentro femenina y subversiva:
¡Todo en mi es relativo!
                           *
                    Hora de comer

Los gritos de los niños
los requisitos del marido
el fuego del grito - ¡calla!
y date prisa,
en freír el alma.
                            *

Maria da Penha

Eufórica, se tragó el último sapo, en salsa marrón. Hecha con la sangre de su violento 
marido muerto en la cocina.
                            ***

Livia Tucci:

A flor de piel

Al principio, él traía rosas todos los días. Luego pasó a llevárselas una vez a la semana. 
Luego, una vez al mes, y por último una vez al año. Hasta que un día, se detuvo. Pasaron 
muchos años y un día, ella que era romántica, se volvió una rosa. Él, que no sabía qué hacer con una flor, la devolvió. A la mañana siguiente ambas, la mujer y la rosa amanecieron despetaladas.
                                     ***

Clevane Pessoa:

Una mujer es tres mujeres...o más
En cualquier alma femenina
están las claves de las tres fases
que la hacen completa, siendo el triple

Mujer al cubo:
una parte siempre niña
una parte madura / tal vez madre
y otra que, aunque envejecida,
conserva todo de las otras dos
vividas por todas las lunas
desde que naciera la luz.

Esta, vive triplemente
cada momento
puede prestarse a los múltiples roles 
de todas sus vivencias
día tras día ... (...)


bjocas e até mais,
tania