segunda-feira, 13 de agosto de 2018

13   agosto 2018  Segunda


Queridos,

lembrando que amanhã, dia 14 de agosto, às 14 hs 
estarei mais uma vez, com muita alegria, na 
Rádio Inconfidência AM 880 

                             para a coluna de poesia no programa Revista da Tarde, com Débora Rajão.

                                       Falarei do ME no. 81, ano 20 e da querida poeta Olga Savary.

                                                                       Ouçam, todos!!!

*  *  *  
E hoje, a lembrança da amiga e premiada escritora 
Bárbara Lia, de Curitiba, Paraná. 
Eu, a editora pela Mulheres Emergentes Edições Alternativas - Tânia Diniz:


 livro  A última chuva
9 de maio de 2007 com Tania Diniz em Belo Horizonte
Parte do projeto - ME 18
Pelos 18 anos do Editorial de Poesia - Mulheres Emergentes - da poeta de Minas Gerais - Tânia Diniz

Poesia / 40 páginas



Um dos lindos poemas desse livro: 


Desdêmona

olhou-me como nuvem,
a sugar os vapores
da minha alma.
Por que ele é meu deus,
guardei-o em um lago 
onde iago 
jamais chegará.
                                            (página 12)

 


                                        Leitura na casa da jornalista Cristina Livramento em Sampa                                                                 - a garota da foto se chama Cecília .

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Alegria do dia!

08   Agosto  2018  Quarta 

Amigos,

a grande alegria do dia 01 de agosto:
minha entrevista no blog Toca a falar disso, de Lisboa, Portugal. Visitem!

Gratidão aos editores.

https://tocaafalardisso.blogspot.com/2018/08/dez-perguntas-tania-diniz.html

Reproduzo:






VAMOS FALAR DE TUDO O QUE ESTÁ RELACIONADO COM LITERATURA

quarta-feira, 1 de agosto de 2018


DEZ PERGUNTAS A... TÂNIA DINIZ



Agradecemos à autora TÂNIA DINIZ a disponibilidade em responder ao nosso questionário

1 - Como se define enquanto autora e pessoa?

Sou uma sonhadora, em todos os níveis! Acredito no maravilhoso, no surreal, e tento passar isso nos meus textos, pra encantar as pessoas. E me cerco de possibilidades de viver assim, encantada, alegre, fazendo poesia e com tudo que ela me traz de trocas, amigos, beleza. Em tratamento de saúde há 20 anos, combato o câncer com essa alegria, em especial.

2 - O que a inspira?

Tudo. Um sonho, uma palavra, uma emoção, a natureza - adoro e pratico haicais - desejos, realizados ou não, enfim... de onde vislumbrar o Belo, pode vir um poema.

3 - Existem tabus na sua escrita? Porquê?

Não. A única coisa que evito, especialmente no meu jornal poético Mulheres Emergentes, são palavras mais pesadas, mais rudes, que aos meus ouvidos quebram a beleza, embora, reconheço, às vezes estão muito bem colocadas em textos ótimos.

4 - Que importância dá às antologias e colectâneas?

Creio que são fundamentais como veículo de divulgação. De entrosamento entre autores. Oportunidade para muitos escritores que, às vezes, não têm outros meios, ou são iniciantes, buscando caminhos. Um delicioso encontro de estilos para o leitor.

5 - Que impacto têm as redes sociais no seu percurso?

A velocidade e alcance das notícias trazem encontros e grande força na divulgação. Um instrumento fundamental, na atualidade. Sem as redes sociais, em meu longo momento de fortes tratamentos de saúde, provavelmente estaria no esquecimento, ou à beira disso. E sou jurássica em tecnologias! Devo minha participação nas redes (e demorou!!!) ao incentivo e apoio de minha filha AnaCarol, que há tempos nomeei co-editora do ME pela decisiva e permanente colaboração.

6 - Quais os pontos positivos e negativos do universo da escrita?

Acho super positivo dar vida a belas mensagens da alma, o encontro dos pares, as realizações, as interações, troca de experiências, incentivos, projetos em conjunto, enfim, convivência. De negativo, na verdade vejo pouco, algumas sabotagens de quem não compreende que há espaço para todos. Já sofri algumas.

7 - O que acredita ser essencial na divulgação de um autor?

Permanência no noticiário, bom trabalho a ser mostrado, participação em eventos, criatividade, gratidão.

8 - Quais os projectos para o futuro?

Muitos livros, ainda na gaveta; quem sabe - mais uns 30 anos de ME, rsrsrs; uma festa de celebração pelos 30 anos; participação e criação de eventos; viagens, tanta coisa!!! Mas, tranquilidade e saúde, acima de tudo.

9 - Sugira um autor e um livro!

São tantos! Acho difícil escolher apenas um mas, como adoro o fantástico, sugiro Garcia Marquez e Isabel Allende. Na poesia, não consigo escolher, amo tantos!

10 – Qual a pergunta que gostaria que lhe fizessem? E como responderia?

Nenhuma em especial, todas que quiserem. As respostas serão sinceras sempre.

Acompanhem, curtam e divulguem esta e outros autores através deste link

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

03    Julho  2018   Sexta   


Meus sempre queridos amigos,

ainda sem Facebook e Messenger, passo aqui rapidinho pra dizer que, hoje tem um sol desmaiado mas, minha alma está nublada de dor.

Nossa amada cadelinha Mafalda fez sua passagem ontem à noite, em meus braços.




Ia fazer 13 anos em setembro e começou a ficar fraquinha há um mês... idade, segundo o veterinário.

Era uma lady e estará em nossos corações para sempre!

Gratidão por viver conosco, vá feliz, Mafalda, um dia nos veremos de novo...até lá, querida!

Diferentes amores, dores diferentes
sempre fortes, sempre eternas...
td

Pra sair do clima, umas lembranças da carequice maior...

            a amiga Teresa e eu, experimentando turbantes na minha cabeça, rsrs

         e a cabeça totalmente à vontade, rsrsrs, eu, Úrsula e Alice ao fundo...

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

01    Agosto 2018    Quarta    


Amigos, 

acreditam que fui ao facebook agora e estou bloqueada temporariamente!!! 
Nem entendi porque!!!!
Tô bem chateada com isso...E começando agosto, meu mês de sorte! O que virá por aí ?!...

E hoje cedo ainda vi que minha entrevista estava no Conexões Atlânticas, In-finita , de Portugal, respondendo ás dez perguntas que fazem aos autores ali divulgados.

Queria mostrar-lhes melhor e perdi o acesso!....

Espero que volte logo. 
E a saudade das primas gaúchas que se foram ontem, das férias...




Assim, me sentindo nublada, na falta de sóis 
                                          - aqui e em Montreal, ano passado (Foto no Porto Velho) - 
deixo uns poemas, para aliviar o frio da alma:





O sol 
Eterno amante
Abraça -me o corpo
Envolve -me a pele 
Em luz e calor.

Vai e volta, ardente ou ameno  
Na praia, piscina ,
ou no meio da gente,
Fogoso ou sereno 

Parceiro da brisa 
Vem e me alisa
O bronze da cor
Em carícia e ardor

E deixa um beijo quente
Que ressoa em alegria
Quando sigo a sombra 
Que alivia 
Meu sol do meio-dia!
                                   Tânia Diniz 

Sol pálido de inverno, mal lhe aquece os pés. 
Céu embaçado, tarde morna, 
domingo à toa, 
onde a saudade entorna. td    

Céu desanuviado reflete azul 
no voo do pássaro!

td


Bailarinas no palco, flutuam.

Cisnes, nuvens, borboleta.
No camarim, novo jardim,
Potes de violeta. Purpurina, cometa!
E na fantasia, como lua cheia, furo na meia.

td

E uma alegria antiga:

Textos traducidos por Jael Uribe 
en Santo DomingoRepública Dominicana  2014 -  proyecto "Grito de Mujer" .

Tania Diniz

Contra los tabúes y tradición

Contra el espécimen macho

me encuentro femenina y subversiva:

¡Todo en mi es relativo!

 *

Hora de comer

Los gritos de los niños

los requisitos del marido

el fuego del grito - ¡calla!

y date prisa,

en freír el alma.

 *

Maria da Penha

Eufórica, se tragó el último sapo, en salsa marrón. Hecha con la sangre de su violento marido muerto en la cocina.


(Traducidos por Jael Uribe – 2014)


Chau, queridos.
Bjo

terça-feira, 31 de julho de 2018

31   Julho   2018  Terça


Queridos,

fechando o mês com chave de ouro, reiniciei hoje um trabalho de alguns anos atrás, em outro formato.

Recomecei uma coluna poética na Rádio Inconfidência AM 880, dentro do programa Revista da Tarde, apresentado pela querida Débora Rajão.



Pode ser ouvido também pela internet   radioinconfidencia.com 

Será quinzenal, volto na terça-feira, dia 14 de agosto, 14 hs.

Foi uma delícia.
Falei do ME e de autoras que estão nele, no número de 2002, referente aos números 44 a 48. Foram lidos poemas de Rita Moreira - SP, Conceição Parreiras Abritta, falecida em 2015, BH-MG, Maria Teresa Horta, Lisboa-Portugal e meus, Tânia Diniz.
E da homenageada pela FLIP 2018, de Paraty, RJ, a incrível e multitalentosa Hilda Hilst (Jaú- SP, 1930-2004).


Eu, Tânia Diniz, me apresentando...

a jornalista Débora Rajão e eu, Tânia


Após minha apresentação dei uma voltinha pela Rádio e visitei rapidamente o Tutti Maravilha, que já falou do ME lá na hora, rsrsrs



e o Zelu


Foi uma ótima tarde!!!
Bjim,
chau,
t.

terça-feira, 24 de julho de 2018

24  Julho  2018   Terça


Queridos,

                  Eu,  Tânia e os queridos poetas, Luiz Otávio Oliani e Rubens Jardim.

Um trabalho de pesquisa que durou 6 anos, resultou nesse fundamental e maravilhoso livro do escritor Rubens Jardim - São Paulo - SP.
Afortunadamente, estou na página 122.

Cerca de 400 autoras, mais de mil poemas. Volume 1 .

Convido-os a acessarem e usufruírem de tal preciosidade:

https://issuu.com/rubensjardim/docs/livro_mulheres_poetas_a1

segunda-feira, 23 de julho de 2018

23    Julho   2018   Segunda

Está acontecendo  FLIP 2018 , em Paraty, estado do Rio de Janeiro.

Alguns poemas meus estão entre os tantos distribuídos em forma de pílulas de poesia,
na Casa Santa Rita de Cássia, através do projeto de divulgação realizado pela 
Poeme-se durante a Flip 2018
Aplausos para a iniciativa.

                                                      * * *
Agora, mais uma lembrança maravilhosa !!!
(embora minha origem não seja Sampa, vcs sabem...rsrs) :


O blog é voltado para o público amador ou profissional, que escreve na linha da poética, seja prosa ou poesia (poemas, crônicas, contos curtos, haicai, aldravias, vaivém…
19 de outubro de 2016 19:38

DesamadaTânia Diniz
Desamada
Chega de romance
Amor, agora, só free lance!
Tânia Diniz São Paulo (SP)
28/8/2016
FORTUNA CRÍTICA
“Desamada”, em um único dístico, Tânia Diniz apresenta
 um eu lírico desiludido, desapegado, decepcionado com o
 amor de compromisso, como se já tivesse bebido todas
 as chances de um relacionamento sério, como se agora
 só lhe restasse a efemeridade. Ante a passividade dos acontecimentos,
o eu lírico traça um destino free lance, sem compromissos.
Para Lila Ripoll: “a literatura feita por mulheres
envolve dupla conquista: a conquista da identidade e a
conquista da escritura. Ultrapassados os preconceitos e tabus
com relação ao potencial criativo feminino, vencidos os
condicionamentos de uma ideologia que a manteve
nas margens da cultura, superadas as necessidades
de apresentar-se sob o anonimato, de usar pseudônimo masculino
 e de utilizar-se de estratégias para mascarar seu desejo,
 a literatura feita por mulheres, hoje, se engaja num processo de reconstrução da categoria mulher, enquanto questão de sentido e lugar potencialmente privilegiado para a reconceptualização do feminino, para a recuperação de experiências emudecidas pela tradição cultural dominante” (1995, p. 187).                              
                                                 (Ivone Gomes de Assis)
TÂNIA DINIZ
Graduada em Letras. Poeta, contista, editora, promotora cultural, professora, palestrante, oficineira, editora-idealizadora do
mural poético Mulheres Emergentes (ME). Em 1998, foi secretária,
tradutora e intérprete na I Bienal Internacional de Poesia de BH.
 Diversos trabalhos premiados no Brasil e exterior.

14 de julho de 2016 14:27
Susto 
por Ivone Gomes de Assis  
Desamada
 Tânia Diniz
Susto
Mais te amava
sem saber que me deixavas.
Rompeu-me a alma em sustos.
(Até tu, Brutus?!)
.
Tânia Diniz  São Paulo (SP)
12/7/2016
FORTUNA CRÍTICA
“Susto” é um quase poetrix, em que o eu lírico espanta-se ante
 o traiçoeiro abandono da pessoa amada. A poetisa narra a inocência
daquele que ama e, por amor, vive sem esperar o desprezo. 
Lembrei-me do possessivo ciúme registrado por Camões, em “Os Lusíadas”, “Cos ciúmes da vaca, arreceosos, / Sentindo gente, o bruto e cego amante/
 Salteia o descuidado caminhante”. 
Ora, seguindo a proposta desta leitura crítica, vale ressaltar
 que estas perspectivas emergem do ensejo em lidar com as
 questões que abordam o sentimento de crise existencial humana,
 frente a uma batalha de domínios infundados sobre o Outro,
 em que o resultado é a perda do homem ante seu próprio assombro.
 No poema de Tânia Diniz, parafraseando Geoge Steven (1953),
 ao encontrar-se sem chão, atônica, a poetisa exclama: “Até tu, Brutus?!”.
(Ivone Gomes de Assis)
TÂNIA DINIZ
Graduada em Letras. Poeta, contista, editora, promotora cultural, professora, palestrante,
oficineira, editora-idealizadora do mural poético Mulheres Emergentes (ME). 
Em 1998, foi secretária, tradutora e intérprete na I Bienal Internacional de Poesia de BH.
Diversos trabalhos premiados no Brasil e exterior.
 🙂
Caro(a) leitor(a),
Para publicar no Escreve Aí
Envie para: escreveai.ivone@gmail.com
Poema (ou crônica até 300 palavras),
nome completo, cidade/UF, 2 fotos,
e, até 4 linhas, sobre você.  

Escreve AíBjocas, queridos.



Chau, t.